auá logo

são paulo sp

44 33543285

 

APRESENTAÇÃO

O AUÁ trabalha com projetos de uso público ou privado, em arquitetura e urbanismo, atuando da escala do objeto à escala da cidade: projetos urbanos, edifícios habitacionais e comerciais, casas, escolas, museus, espaços públicos, restauros, lojas, mobiliários.
Da concepção à execução, cada projeto é pensado em suas especificidades, buscando soluções inovadoras, econômicas e humanas.

Diogo Cavallari, de São Paulo-SP/Itanhaém-SP, é formado pela FAUUSP com intercâmbio acadêmico pela Universidade Técnica de Lisboa.

Isadora Marchi, de Vitória-ES/Botucatu-SP, é formada pela FAUUSP com intercâmbio acadêmico pela École Nationale Supérieure d’Architecture de Paris – Val de Seine.

Paulo Catto, de Maringá-PR, é formado pela FAUUSP. Leciona na Faculdade Ingá/UNINGÁ no curso de Arquitetura e Urbanismo.

Victor Berbel, de Pederneiras-SP, é formado pela FAUUSP com intercâmbio acadêmico pela Politecnico di Milano – Scuola di Architettura e Società.

 

 

 

O AUÁ

A arquitetura muda as coisas. Inventa, inverte, quebra, constrói e desconstrói. Afinal, projetar é jogar à frente, lançar ideias sobre o que será, imaginar com liberdade o futuro possível. Por outro lado, a arquitetura age pela permanência de nossas raízes, estabelece relações com tradições, técnicas e estéticas antigas, constrói-se a partir da convenção.

A intervenção do arquiteto pode ser incisiva, se fazer aparecer – evidente. Ou discreta, introspectiva, apenas conectora dos nós desatados. Afirmativa ou sutil, a arquitetura muda as coisas porque constrói novas narrativas na paisagem em que se insere. Mas novas não no sentido de criadas do zero, porque invenção não é livre fantasia, mas um processo que ocorre por meio de observação e aprendizado.

Em arquitetura tudo é possível, desde que se estabeleça laços com a realidade em que se vai atuar. É preciso ler a realidade sob diversos pontos de vista, operar com a contradição e a sobreposição, cientes de que a variedade humana – com seus muitos modos de agir sobre o lugar – é o motor do processo criativo.

Arquitetura, afinal, é Cultura. Como o cinema, o maracatu e o carnaval. Tem seu cerne na criatividade espontânea do homem, movendo-se com tensão e alternância entre tradição e vanguarda.

Inventar nos faz humanos. Auá, em tupi-guarani, significa homem.

aua_portrait_0456