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AUÁ é um escritório de arquitetura e urbanismo que atende públicos diversos como pessoas, empresas, terceiro setor e poder público. Cuidamos do projeto e do gerenciamento de obras para áreas ao ar livre e para edificações, novas ou reformas, com usos residenciais, comerciais, institucionais e urbanos. Por meio de processos participativos junto aos clientes e aos futuros usuários, nos baseamos na escuta e no diálogo para que tudo seja pensado de modo único desde a concepção até a execução, com o objetivo de identificar e resolver problemas e alcançar desejos individuais e coletivos por meio de soluções humanas, inovadoras e econômicas.

Acreditamos que a diversidade dos tipos de projeto que fazemos é parte do que nos faz especialistas. Não fazermos uma coisa só é parte de nossa identidade: compor, analisar e relacionar múltiplos campos de conhecimento, realidades diversas e demandas variadas nos define como empresa, como profissionais e como pessoas. O AUÁ é formado por Diogo e Victor, arquitetos urbanistas com trajetórias e interesses diversos, com atuações profissionais e acadêmicas que se complementam.

Diogo Cavallari, de São Paulo-SP/Itanhaém-SP, é arquiteto urbanista pela FAUUSP com intercâmbio acadêmico pela Universidade Técnica de Lisboa. Atualmente faz mestrado em paisagem e ambiente na FAUUSP.

Victor Berbel Monteiro, de Pederneiras-SP, é arquiteto urbanista pela FAUUSP com intercâmbio acadêmico pela Politecnico di Milano – Scuola di Architettura e Società e pós-graduado em projetos para áreas de interesse cultural.

 

 

 

 

 

AUÁ

A arquitetura muda as coisas. Inventa, inverte, quebra, constrói e desconstrói. Afinal, projetar é jogar à frente, lançar ideias sobre o que será, imaginar com liberdade o futuro possível. Por outro lado, a arquitetura age pela permanência de nossas raízes, estabelece relações com tradições, técnicas e estéticas antigas, constrói-se a partir da convenção.

A intervenção do arquiteto pode ser incisiva, se fazer aparecer – evidente. Ou discreta, introspectiva, apenas conectora dos nós desatados. Afirmativa ou sutil, a arquitetura muda as coisas porque constrói novas narrativas na paisagem em que se insere. Mas novas não no sentido de criadas do zero, porque invenção não é livre fantasia, mas um processo que ocorre por meio de observação e aprendizado.

Em arquitetura tudo é possível, desde que se estabeleça laços com a realidade em que se vai atuar. É preciso ler a realidade sob diversos pontos de vista, operar com a contradição e a sobreposição, cientes de que a variedade humana – com seus muitos modos de agir sobre o lugar – é o motor do processo criativo.

Arquitetura, afinal, é Cultura. Como o cinema, o maracatu e o carnaval. Tem seu cerne na criatividade espontânea do ser humano, movendo-se com tensão e alternância entre tradição e vanguarda.

Inventar nos faz humanos. Auá, em tupi-guarani, significa gente.

 

 

 

* Paulo Catto foi sócio de 2013 a 2018.
* Isadora Marchi de Almeida foi sócia de 2013 a 2021.

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